Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Feira de São Brás recua até 1808

Estão agendadas para os dias 2 e 3 de Fevereiro mais duas actividades integradas nas comemorações do Bicentenário das Batalhas da Roliça e do Vimeiro.

 

Numa organização da paróquia da Roliça, na noite do segundo dia de Fevereiro vai ter lugar, a partir das 20 horas, uma vigília pela paz, a qual foi designada por “Uma luz pela paz”.

 

Conforme afirma o pároco local, o Padre Tiago Neto, “a paz como pilar essencial da nossa estabilidade existencial, aparece aos nossos olhos como um valor universal que queremos promover. Sendo assim, o nosso compromisso com a paz mundial começa por querermos celebrá-la e vivê-la naquilo que está ao nosso alcance”.

 

No dia seguinte, Domingo, vai ter lugar, a partir das 10.30 horas, uma “Recriação da Feira de São Brás”. Tendo as Comemorações do Bicentenário da Batalha da Roliça como pano de fundo, decidiu-se recriar a romaria ao modo de 1808, com a integração de gentes do povo, do padre, de lavradores mais abastados, do almocreve e de executantes do tradicional jogo do pau. 

 

Irão dar corpo a esta actividade os jovens dos ranchos “Os Fazendeiros” das Gamelas e “Belo Horizonte” do Salgueiro e do Clube Recreativo Delgadense, para além de membros da Federação Nacional do Jogo do Pau.

 

Programa

 

Dia 2 – “Uma luz pela paz”

 

20.00 – Encontro na passagem de nível de S. Mamede

20.30 – Início da marcha até à Roliça

21.00 – Chegada à Igreja da Roliça

21.15 – Vigília pela paz

 

Dia 3 – “Romaria e feira de S. Brás no Bombarral”

 

10.30 – Passagem da romaria pela feira

11.00 – Exibição do jogo do pau

11.30 – Passeio pela vila

13.00 – Feira da época no Largo da Igreja



Paulo Coelho

publicado por BatalhaRolica às 11:39
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

Batalha da Roliça revisitada no Museu Municipal do Bombarral

Inaugurada no início de Dezembro do ano transacto, a exposição evocativa da Batalha da Roliça vai estar patente no Museu Municipal do Bombarral (Palácio do Gorjão) até ao dia 31 de Janeiro.

 

Tendo em consideração a adesão do público, a Câmara Municipal já entrou em contacto com o Museu Militar, entidade responsável pela cedência do espólio exposto, com vista a prolongar a exposição por mais algum tempo.

 

Embora esteja aberta ao público em geral, um dos objectivos da autarquia é que a exposição seja visitada pelos alunos das escolas do concelho, num repto que acabou por ser bem aceite pelos estabelecimentos de ensino.

 

São disso exemplo as visitas efectuadas ontem, dia 21 de Janeiro, pelas crianças do Jardim-de-infância da Azambujeira dos Carros e pelos alunos da Escola do 1º Ciclo da Delgada.

 

Para que nada escape a quem visita a exposição, o Museu Municipal do Bombarral disponibiliza uma visita guiada e faculta folhetos onde se relatam os factos mais importantes deste acontecimento histórico.


 

Paulo Coelho

 

publicado por BatalhaRolica às 11:06
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

Quem nos invadiu?

A I Invasão a Portugal, decidida com laivos de vingança por Napoleão Bonaparte, ficou plasmada no Tratado de Fontenaibleau, assinado a 17 de Outubro de 1807 tal como a sua convenção anexa, e do facto demos notória saliência no momento da efeméride respectiva.

Aquele tratado previa a invasão do nosso país, pela via terrestre, por cerca de 55.000 homens: 28.000 do Exército Francês, que também integrava militares da Europa Central, e 27.000 do Exército Espanhol, destinados a dominar as regiões de Entre Douro e Minho, Alentejo e Algarve, áreas prometidas ao genro do rei de Espanha e ao seu primeiro ministro, Manuel Godoy.

Nas incursões de Novembro e Dezembro de 1807, juntaram-se no percurso as forças francesas, saídas de Baiona e que eram comandadas pelo general Junot, coadjuvado pelos generais Delaborde, Loison, Travot e Kellermann, 11.000 militares espanhóis, com 30 peças de artilharia, sob o mando do general Carrafa. Este conjunto, que constituía o grosso das hostes invasoras, teve fortes reveses e perdas no itinerário de acesso a Portugal, onde começou a entrar a 17 de Novembro de 1807, através da fronteira de Segura, na Beira Baixa, com direcção a Lisboa, embora em marcha descontinuada e lenta e em precário estado de saúde, logística e equipamento.

A 1 de Dezembro, uma divisão de 6.000 homens, comandada pelo general Solano, capitão-general da Andaluzia, invade Portugal por Elvas e instala-se em Setúbal, com o objectivo de dominar o Alentejo e o Algarve, imaginados como o Reino dos Algarves, a conceder ao “Príncipe da Paz”, Manuel Godoy. 

O general Taranco, capitão general da Galiza, iniciou a sua entrada para a região de Entre Douro e Minho, avançando com os seus 10.000 homens, até se instalar a 13 de Dezembro na cidade do Porto, capital da pretensa Lusitânia Setenterional, a atribuir ao Príncipe da Etrúria e genro de Carlos IV, o monarca de Espanha.   

O antes referido general Carrafa, que se integrara com os seus homens nas forças do general Junot em Valença de Alcântara, acabaria por ser destacado para o Porto, onde chega em 18de Dezembro.

Entretanto, e por despacho de 4 de Janeiro de 1808, Napoleão impõe a Junot que domine todo o território português naquele mesmo mês e no seguinte Fevereiro; porém, as coisas começam a complicar-se para os invasores!

Se o povo português inicia a resistência à dominação estrangeira do país, as entradas sucessivas de tropas francesas em Espanha começam a pôr em dúvida, no país vizinho, as “boas intenções” de Napoleão, o que leva à rápida desconfiança do povo e dirigentes espanhóis.

O general Taranco faleceria em 26 de Janeiro no Porto, e o seu sucessor no comando, o general Carrafa, é afastado do posto e mandado apresentar em Lisboa a 3 de Abril, sendo substituído na missão pelo general francês Quesnel.  

Em complemento, o general Solano, prevendo-se pela pressão napoleónica o abandono do país, por parte da família real espanhola, através do porto de Cádis, regressa a Espanha com um número substancial dos seus homens, logo no início de Março.

É com este quadro militar e a resistência lusa que os britânicos contam, quando, nesse ano de 1808, começam a planear a sua entrada em Portugal, o que viria a redundar, no mês de Agosto, na derrota dos exércitos napoleónicos nas batalhas da Roliça e do Vimeiro, com a suas posteriores capitulação e expulsão.

 

Manuel Patuleia 

publicado por BatalhaRolica às 11:58
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Vimeiro Matchplay 1808

Terá lugar a partir de 26 de Janeiro de 2008 e até 10 de Agosto de 2008, no Campo de Golf do Vimeiro, localidade do Vimeiro, um torneio de promoção da modalidade disputado em Matchplay.

Este torneio está inserido no âmbito das Comemoração da Batalha do Vimeiro (1808- 2008).

Entre estas datas serão disputados 206 confrontos entre os 96 participantes.

Para mais informações consulte o site oficial da prova em:

www.vimeiromatchplay1808.com

publicado por BatalhaRolica às 09:59
link do post | comentar | favorito

.O Grupo de Trabalho

.SlideShow

.Videos

.Tempo

Weather Forecast | Weather Maps

.Local da Batalha


Ver mapa maior

.Artigos Recentes

. Soldados que perderam a v...

. O troar dos canhões volto...

. Cardeal Patriarca esteve ...

. Reflexos das invasões fra...

. Um eco do passado...

. Ten. Coronel George Lake

. Programa de Actividades d...

. Raid das Invasões Frances...

. Passeio de Cicloturismo

. 18º Passeio de Cicloturis...

.Links

.Agosto 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
15
16
17
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.Arquivo

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

.Pesquisar neste blog

 

.Fale connosco

e-mail

.É o visitante nº


.Subscrever feeds

..